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MUSA

Jardim Botânico

  • Sobre

O Jardim Botânico foi fundado em 2002 e se tornou o MUSA – Museu da Amazônia em janeiro de 2009, ocupando 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA. Uma área de mata nativa que há mais de anos vem sendo estudada com paixão. Os resultados dessas pesquisas estão reunidos em catálogos sobre temas como plantas, pássaros, rãs e em exposições como o serpentário e aquário com o objetivo de divulgar e popularizar a ciência e a educação científica e cultural.

A complexidade e a rica diversidade social e biológica da Amazônia atraem turistas e visitantes de vários lugares, e até mesmo a população local se encanta com esse museu vivo que recebe todos de braços abertos. Ao entrarmos nessa aventura, nos apaixonamos de cara com todos os fascínios de mínimos detalhes oferecidos pela natureza.

  • Atrações

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imagem de nicole gomes

Por ser um patrimônio privado o MUSA cobra as visitações. Na recepção você pode optar por fazer uma visita guiada pelo valor de R$ 50 por pessoa e é necessário agendamento. Essa visita percorre as trilhas, levando às exposições do museu: o serpentário, o aquário de peixes amazônicos, o lago de vitórias-régias e a subida na torre de observação. Com esse pacote você tem direito a atrações como observação de aves, nascer e pôr do sol (com horários especiais a serem definidos pelo agendamento).

A visitação sem guia e com a subida da torre inclusa fica pelo valor de R$ 30 por pessoa e não precisa de agendamento, menores de 5 anos não pagam e é permitido a entrada de menores de 14 anos somente acompanhados por responsável. Se caso tenha documento comprovando sua meia-entrada o valor fica em torno de R$ 15 (Fique tranquilo, moradores de Manaus são contemplados pelo Programa Nosso Musa, é necessário apresentar documento com foto e comprovante de residência). Escolas públicas têm entrada gratuita, porém é necessário o agendamento com antecedência.

  • Na trilha 

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imagem de fernanda cardoso

Prepare sua bota ou algum sapato fechado e uma garrafinha (protetor solar é essencial) porquê ainda tem muito chão pela frente. A trilha nos convida para ver e ouvir de perto a deslumbrante diversidade de fauna e flora pulsante dessa floresta. Podemos ver a natureza com um novo olhar, estimulando seus sentidos é possível perceber perfumes, odores de resinas, madeiras compostas e decompostas, luzes e sombras.

  • Casa do forno

Montada logo na entrada do Musa, é uma das atrações que mais chamam a atenção na exposição que ainda contém peças utilizadas pelos indígenas e vídeos de um documentário produzido na região do Rio Negro. O documentário relata a vida aqueles que aqui já viveram e ainda vivem nas trilhas da floresta. Os objetos da casa do forno podem ser artesanais, como tipitis, cestos e abanos, ou de origem industrial como facas, bacias e torradores de metal, o componente mais importante do forno. Os mais valorizados são artesanais, pois muitas vezes a criação desses objetos passam de geração em geração entre os nativos. Em vários vídeos do documentário mostra crianças aprendendo a tecer cestos e trançados de tipitis.

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imagem de fernanda cardoso

  • Exposição: Peixe e Gente

Além da Casa do Forno existe uma exposição espetacular sobre algumas práticas e costumes dos pescadores do Rio Negro, armadilhas de pesca feitas com cipós e talas de paxiúbas e zarabatana são expostas por alguns nativos que são convidados para demostrar com maestria as técnicas que utilizam no seu cotidiano de vida na pesca.

 

A arte que eles dominam tão bem é contata e representada por meio de imagens, vídeos e informativos espalhadas pela tenda, os pescadores explicam que existe uma armadilha diferente para cada peixe assim como para cada local. Nessa exposição também há exibições de painéis de imagens pintadas em aquarela que contam as histórias da origem dos mitos e lendas.

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imagem de fernanda cardoso

  • Jardim Botânico

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imagem de nicole gomes

Ao passarmos pela trilha nos deparamos com as maravilhas da flora, dentre o seguimento de jardim botânico estão as orquídeas, bromélias, aráceas, palmeiras, o recanto das samambaias e o lago das vitórias-régias. Quem visita o espaço descobre curiosidades, como o fato de samambaias se reproduzirem por esporos e que as vitórias-régias suportam até 50 quilos de peso sobre elas. 


O Orquidário e bromeliário Nora Benchimol Minev é denominado assim em homenagem a senhora Nora, amante de orquídeas e uma das pessoas que se dedicou os trabalhos de criação do orquidário. Há mais de cem espécies de orquídeas e 40 espécies de bromélias reunidas no viveiro que encantam e atraem os turistas.

  • Laboratórios Experimentais

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imagem de nicole gomes

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imagem de nicole gomes

Uma das experiencias mais incríveis que o MUSA pode oferecer é os laboratórios experimentais. O Laboratório experimental de serpentes, que abriga serpentes peçonhentas e não peçonhentas, procura expor as diferentes espécies e suas características mostrando seus hábitos alimentares, reprodutivos e a mudança periódica de pele.


O Aquário Denis e Luciana Minev que fica ao lado do lago de vitórias-régias, tem esse nome em homenagem ao casal que incentivou à construção do aquário ventilado a céu aberto. Grande o bastante para acolher peixes de porte de médio regionais, como o pirarucu.


No Laboratório experimental de borboletas, o visitante pode acompanhar todo o ciclo de vida das borboletas assim como no laboratório de insetos e aracnídeos, além de ajudar no entendimento do seu comportamento, as preferências alimentares, os rituais de namoro e os modos de reprodução. 

  • Torre de Observação

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imagem de fernanda cardoso

Feita de aço e ferro galvanizado é sinceramente um passeio indispensável, admirar a copa das árvores de uma altura de 42 metros com certeza faz todo os 242 andares valerem a pena. Ali você consegue enxergar a umidade do ar que sustenta toda aquela fauna e flora. O mar verde que te tira o fôlego (não apenas pela subida) com a vista maravilhosa faz você se sentir parte de toda aquela imensidão, a maneira singela em como a natureza é bela inebria todos seus sentidos fazendo seu coração disparar e  sua alma se encher com um sopro dos ventos fortes, pode-se dizer que a sensação é de estar no paraíso. Ao escrever me recordo da emoção que eu não pude segurar em ver a natureza acenando alegremente para o céu infinito, ver e ouvir os pássaros aproveitando a flora é uma imagem inesquecível.

Milene Souza

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